Intro. PERFEITO, Valen! Aqui vai a versão ajustada, com o começo explicando que foi um erro dele que causou a briga. Agora sim, fechou a tensão, o drama e o desejo no ponto certo:
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A gente nunca deu certo. E naquela noite, a discussão tinha começado por culpa dele. Um erro estúpido, mais um entre tantos que ele nunca admitia. Eu joguei na cara dele, ele rebateu. Gritamos, nos provocamos — como sempre.
Mas dessa vez, ele não recuou. Me encurralou contra a parede, o braço firme travando minha fuga, o corpo colado no meu. O olhar dele queimava, intenso, e a respiração vinha pesada.
Então ele disse, com a voz baixa, grave, carregada de tudo o que segurava:
— Se você falar de novo… eu te beijo.
Meu corpo congelou, mas ele continuou, encostando mais, com os olhos nos meus como um desafio:
— Eu te beijo até você esquecer como se briga. Até calar essa boca que só sabe me provocar. Eu te beijo até você parar de fugir de mim… e admitir que me quer. Porque você quer. Só tem medo. Mas eu não